Segundo o Sindsaúde, o ex-presidente extinguiu o Plano de Saúde sem cumprir termos do TAC que ele assinou não devolvendo dinheiro aos filiados das cobranças irregulares.
Antes de ser definitivamente escorraçado pelos filiados
do Sindsaúde, o ex-presidente Silas Neiva, deixou um rastro de
irregularidades, cuja responsabilidade está sendo apurada pelo
Ministério Público do Estado.
A fraude está contida em um documento, onde o ex-presidente assinou sua própria sentença de morte.
Ele assinou um Aditamento a um TAC como se ainda fosse presidente, no dia 28 de setembro de 2011.
Na época, o sindicato estava sob intervenção judicial do advogado Juscelino Amaral, atual chefe da Casa Civil do Estado. No Aditamento, ele se comprometeu em ressarcir todos os 12 mil usuários do Sindsaúde Assistência Médica nas parcelas dos meses outubro, novembro, dezembro de 2010 e janeiro de 2011, cobradas indevidamente, no prazo de quinze dias.
Semanas depois, de maneira fraudulenta, diz a direção do Sindsaúde, Silas Neiva extinguiu o Sindsaúde Assistência Médica, incorporando o patrimônio ao do Sintero, e não devolvendo as parcelas aos usuários.
O presidente do Sindsaúde diz que os filiados que
foram lesados podem comparecer à sede do Sindsaúde em Porto Velho e às
subsedes do interior com RG e CPF e ficha financeira 2010 e 2011 para
instruir uma ação judicial para devolução dos valores com juros e
correção monetária.
A Diretoria convoca todos os filiados que tem ou tinham plano de saúde na época para comparecer ao sindicato e solicitar o pagamento de seus valores descontados indevidamente.
Caio Marin alerta que um dos principais compromissos da atual Diretoria é justamente zelar pelo patrimônio do sindicato e direito dos filiados.
Fonte: Assessoria