Política POLITICA
EMPRESÁRIO DO SETOR IMOBILIÁRIO ALERTA PARA O CRESCIMENTO DE PRÉDIOS FECHADOS NO CENTRO DE GUAJARÁ-MIRIM
Um vídeo gravado por um empresário do ramo imobiliário em Guajará-Mirim, 11 de setembro de 2025, circulou nas redes sociais
11/09/2025 14h21 Atualizada há 11 meses
Por: João Teixeira Fonte: Redação/Guajará Noticias
Divulgação

Um vídeo gravado por um empresário do ramo imobiliário em Guajará-Mirim, 11 de setembro de 2025,  circulou nas redes sociais nesta semana e levantou um debate importante sobre o aumento expressivo de prédios comerciais fechados no centro de Guajará-Mirim. Durante um passeio de veículo pelas principais ruas da cidade, o empresário registrou a quantidade de imóveis com placas de “aluga-se” e “vende-se”, cenário que, segundo ele, é “assustador”.

                                       

Loading...

A constatação traz à tona um problema que vai além da simples desocupação dos espaços: é o retrato de uma economia local em compasso de espera. Cada imóvel fechado representa um negócio que deixou de gerar empregos, impostos e movimento nas ruas da chamada Pérola do Mamoré.

Em sua narrativa, o empresário expressou preocupação com os impactos econômicos desse quadro. Para ele, trata-se de um fenômeno que precisa ser enfrentado de forma conjunta, já que a vacância prolongada no setor imobiliário comercial é um indicador claro de desaquecimento da atividade econômica. “Ver tantos prédios fechados no coração comercial da cidade é algo que não pode passar despercebido”, afirmou.

O site Guajará Notícias reforça o alerta e chama atenção das autoridades municipais, do Legislativo, do Executivo e da própria Associação Comercial para que iniciem um debate amplo e transparente. A pauta é urgente: é preciso identificar gargalos, propor soluções e construir saídas que reaqueçam o comércio local e tragam de volta a vitalidade ao centro de Guajará-Mirim.

Se, por um lado, a cena de portas baixadas transmite um ar de melancolia, por outro, abre espaço para reflexão e, sobretudo, para a ação. Afinal, a economia de uma cidade pulsa no movimento das ruas, nas vitrines iluminadas e no vai e vem dos consumidores. Deixar que esse silêncio urbano se prolongue é, sem dúvida, um risco que Guajará-Mirim não pode correr.