As buscas pelo empresário conhecido como Miranda, proprietário da tradicional Lanchonete Castelinho, localizada às margens da BR-364, seguem sem descanso. Desde a manhã do último domingo, 19 de outubro de 2025, quando foi visto pela última vez, familiares, amigos e equipes de segurança vivem dias de angústia e incerteza.
A operação, que mobiliza o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, o Exército Brasileiro e voluntários, ganhou reforço aéreo nesta sexta-feira (24), com o apoio de um helicóptero da Secretaria de Segurança Pública. A aeronave tem sobrevoado uma vasta área de mata, enquanto as equipes em solo percorrem trilhas, áreas de pasto e margens de igarapés na tentativa de encontrar qualquer pista que leve ao paradeiro do empresário.
Segundo informações obtidas junto às equipes que atuam na linha de frente, na sexta-feira foi localizada uma camisa, e neste sábado (25), um par de botinas foi encontrado a cerca de três quilômetros de distância do primeiro ponto, próximo à antiga linha do trem, na região fundiária de uma fazenda. Os objetos foram recolhidos e serão analisados, pois existe a suspeita de que pertençam ao empresário desaparecido.
Enquanto os cães farejadores continuam o trabalho de busca, o clima entre os participantes da operação é de apreensão e esperança. Cada novo indício renova a expectativa de que Miranda possa ser encontrado, mas a falta de respostas concretas mantém a todos em um estado de silêncio e tensão.
A Lanchonete Castelinho, um ponto conhecido por quem trafega pela BR-364, permanece fechada desde o desaparecimento do proprietário, e o local tornou-se símbolo da inquietação que tomou conta da comunidade.
O Guajará Notícias segue acompanhando atentamente o desenrolar das buscas e manterá a população informada sobre qualquer atualização do caso que, até o momento, permanece cercado de mistério e preocupação.