
Durante a manifestação, no dia 29 de janeiro, o presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde de Guajará-Mirim - SINSAG, Francisco Oliveira Tobias, reuniu-se com uma comissão formada por alguns representantes de diversas categorias profissionais, na sede da Prefeitura.
A reunião foi comandada pela comissão e o prefeito Dúlcio da Silva Mendes e todos seus secretários, durante receberam uma pauta de reivindicações relacionadas com o recente manifesto popular. Na pauta, há 41 itens de cobranças sobre serviços que a população reivindica da municipalidade. A maioria pedindo providências na saúde pública, especialmente no Hospital Regional, onde os problemas são muito evidentes.
Segundo o presidente do Sinsag, Francisco Tobias, em entrevista ao site Guajará Noticias nesta manhã de segunda-feira 02 de fevereiro, o que ficou acertado com prefeito foi que ele pediu 30 dias para tentar resolver pelo menos a metade dos itens da pauta de reivindicação. Por sua vez, a comissão entende que o prefeito demonstra boa vontade em resolver os problemas.
Caso vença esse tempo solicitado pelo prefeito, principalmente na área da saúde, e nada tenha sido resolvido, a comissão estará se reunindo para analisar e organizar outra manifestação cujo tema teria um conteúdo mais rigoroso, tendo em vista que o título de uma eventual manifestação seria “Fora, Prefeito!!!”
A comissão está disposta a organizar acampamento no pátio da prefeitura, até que o prefeito resolva os problemas e coloque o município no devido lugar, visto que entre suas principais propostas de campanha está o fato de que ele prometera colocar o município no eixo da boa administração. Na saúde, por exemplo, dizia em seus discursos e programas gratuito de Rádio e TV que “não faltava dinheiro”, o que faltava mesmo era gestor. Agora, a sociedade cobra e pergunta se os recursos foram suspensos ou continua faltando gestor.
As avenidas e ruas da cidade, durante o período do verão, não receberam a atenção merecida e, hoje, o que se observa é o povo sofrendo inúmeros prejuízos com alagação e avenidas tomadas pelas águas da chuva. É lógico que o povo entende que isso é problema antigo da cidade “Pérola do Mamoré”, como antes era chamada. A maioria dos prefeitos, vereadores e diversos outros políticos de nosso estado somente se preocuparam em disponibilizar recursos para construir asfalto, enquanto a parte essencial, que era drenar as avenidas, ficou relegada a segundo plano. Mas o povo cobra, porque também foi promessa de campanha pelo menos amenizar os problemas, e não é isso que se observa na cidade de Guajará-Mirim.
Situação que ficou alguns bairros da cidade depois da chuva de sexta-feira (30)
Fonte: Guajará Noticias
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