
Os mosquitos modificados foram desenvolvidos pela empresa britânica Oxitec. A implementação do inseto no Brasil foi feita em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), que o adaptou ao ambiente local. Segundo a empresa, os machos transgênicos não picam e não transmitem doenças.
O Aedes aegypti transgênico será implementado inicialmente no bairro Cecap, região leste do município, que apresentou maior número de casos de dengue em 2015. No local, vivem cerca de 5 mil pessoas.
A expectativa da empresa é que, após seis meses de liberação, o nível da população do mosquito transmissor da dengue e da chikungunya – também transmitido pelo Aedes aegypti – na área tratada caia significativamente em relação às áreas não tratadas.
Fonte: Agência Brasil
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