A reportagem do site Guajará Notícias foi convidada a comparecer na manhã de hoje, 13, na Av. Dr. Lewerger, no bairro 10 de Abril, no trecho compreendido entre as Avenidas Nossa Senhora de Fátima e Dos Seringueiros, uma zona mista, ou seja, permeada de casas residenciais e comerciais.
No local, um trecho de cerca de 40 metros foi aterrado pela Semosp para minorar o problema, mas não foi suficiente. O trecho ficou “feio” e apresentando dificuldades para os motoristas que passam pelo local.
O secretário de Obras do município, José Nilton Dias dos Santos, o Capixaba, tem sofrido com o problema das chuvas constantes e alega que não pode fazer muito em função do mau tempo reinante, inclusive com a presença constante de chuvas. Diz esperar o verão chegar de fato para desencadear uma operação que vai tapar todos os buracos da cidade.
O comerciante conhecido como Pereirinha, proprietário da Droganova, que fica localizada na área, diz que durante este período seu movimento caiu cerca de 30 a 40% em função das águas empoçadas na área, o que dificulta o ingresso dos clientes na drogaria.
Pereirinha diz que “antes, quando esse trecho da rua era calçado de lajota, a água da chuva escorria normalmente e não empoçava. Agora, depois que colocaram terra no trecho e subiram o nível da rua, todos os moradores ficaram prejudicados, pois quando chove a água não escoa mais e desce toda para dentro das casas de comércio e residência, resultando em prejuízos para todos”.
Informações de moradores do local dão conta de que muitas pessoas pensam em vender suas casas para fugir daquilo que eles consideram um tormento: a água da chuva que invadem as casas.
O Governo do Estado mandou uma equipe técnica à cidade para analisar a situação da Lewerger, dias atrás. As informações dão conta de que os primeiros estudos indicam que, se a obra for feita, isto somente poderá ocorrer no próximo ano de 2016, dada a burocracia que impera no País, exige licitação para realização de obras e uma enorme quantidades de exigências. Tudo isso, e mais a busca de recursos para a execução da obra, deixa a população de Guajará-Mirim temerosa e ávida por providências mais urgentes.
Fonte: Guajará Notícias
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