
Em pronunciamento feito na sessão ordinária desta quinta-feira, 15, da Câmara Municipal de Guajará-Mirim, durante o Grande Expediente, o vereador Augustinho Figueiredo (PDT) referiu-se a um problema que está afetando e prejudicando grande parte da população, sobretudo a mais necessitada e carente de recursos. Trata-se da falta de serviços de Ultrassonografia para atender os pacientes que buscam o Hospital Regional ou um Posto de Saúde para atendimento médico e lhes é solicitado um exame de Ultrassonografia.
Segundo o vereador, os laboratórios particulares que prestam este serviço ao município por meio de convênios (o serviço é terceirizado) por vezes deixam de atender o paciente quase sempre por atraso no pagamento por parte da Secretaria Municipal de Saúde.
O vereador pede que os dirigentes da Semsau mantenham contados com esses empresários proprietários da clínicas que realizam o serviço para que eles atendam e concedam um prazo maior para que a secretaria efetue o pagamento, de forma a não deixar de atender um paciente.
Executivo e Legislativo
Preocupado com opiniões de pessoas que não conhecem a linha de ação dos Poderes Executivo e Legislativo, ou que agem por má fé para prejudicar a imagem dos vereadores junto à população, Augustinho esclarece a esses “cientistas políticos”, em linhas simples e de forma direta, que ao Executivo cabe executar e ao Legislativo cabe fiscalizar e controlar atos do Poder Executivo – prefeito e secretários municipais. Além, claro, de elaborar Leis e julgar as contas do prefeito.
Por conseguinte, nem vereador, deputado estadual, deputado federal, senador, ninguém tem poder para chegar junto à Presidência da República e exigir a liberação de recursos contingenciados no orçamento da União para realização de qualquer que seja a obra em um município.
E ressalta o vereador: “Por favor, quem não quiser ajudar Guajará-Mirim, pelo menos não atrapalhe quem está trabalhando para ajudar o município e sua gente”.
Fonte: Guajará Notícias
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