
Em pronunciamento feito durante o Grande Expediente da sessão ordinária desta quinta-feira, 29, da Câmara Municipal, o vereador pedetista Augustinho Araújo teceu críticas ao trabalho realizado pela AROM (Associação Rondoniense de Municípios), cuja sede fica em Porto Velho e que tem como função principal auxiliar os municípios na busca de soluções de problemas por eles enfrentados junto ao Governo Federal, Governo Estadual e entidades afins.
Augustinho disse que “os vereadores fazem sua parte e têm buscado em Porto Velho e em Brasília recursos materiais e financeiros para ajudar a Administração Municipal. E às vezes são criticados por pessoas que não têm compromisso com a nossa gente e nos criticam pelo fato de recebermos diárias quando dessas viagens”.
O vereador declarou que a Prefeitura precisa melhorar o seu quadro técnico de engenheiros e arquitetos para investir na elaboração de projetos em busca de recursos. E que o prefeito precisa “dar um soco” na mesa e cobrar mais ação da Arom, a quem o município paga mensalidade durante todo o ano para que seus técnicos deem assessoria ao município, o que não está ocorrendo com eficácia, pois o município já perdeu recursos que viriam de convênios e/ou emendas parlamentares.
“Depois de obtermos recursos financeiros para a instalação de sinalização do trânsito em Guajará-Mirim¸ agora estamos com mais 800 mil reais assegurados para ampliação dessa sinalização e correndo o risco de perder esses recursos por falta de ação efetiva dos técnicos da Arom. Entendemos que a Prefeitura precisa adotar medida visando sanar esse tipo de transtorno”, disse.
Finalizando seu pronunciamento, o vereador Augustinho Figueiredo disse que “nenhum município de Rondônia tem uma Câmara tão atuante como a nossa de Guajará-Mirim. E isso é dito pelas próprias autoridades do Estado e a bancada federal em Brasília que constantemente recebem cobranças de nossa parte. Ninguém pode negar esse direito dos vereadores”.
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