
E continua o impasse do atraso nos pagamentos dos funcionários da Educação Municipal. A proposta do Poder Executivo de fatiar os “pro-labores” atrasados em três vezes chega a parecer deboche por parte de quem desconhece a realidade da vida difícil pela qual estão passando estes professores e demais empregados da área, alguns até sendo obrigados a fazerem bicos vendendo produtos de reembolso, brechós de fim de semana, costura para fora ou fazendo manicure para ajudar a aumentar o minguado salário que a prefeitura está lhes pagando. Além disso, o servidor público também é cidadão e paga seus impostos para sustentar todo o aparato da administração pública
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Ressalte-se que esta batalha não é apenas pela compensa de seus salários em dias, mas também por melhores condições de trabalho.
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Apesar de todos os problemas que infestam tanto a Educação como a Saúde municipal, o epicentro dos maiores vacilos do governo petista na cidade encontra-se na Secretaria de Obras e Serviços, responsável hoje pelo aumento substancial de rejeição à esta administração. Enrolado num cipoal de críticas e suspeitas sobre atos estranhos ao exercício de suas obrigações, o senhor Everaldo do PT, que responde pela pasta, não consegue reunir argumentos plausíveis que resultem em pontos positivos. Em suas aparições nos programas de notícias do rádio, nada apresenta nem acrescenta. Não tem substância. Só desculpas esfarrapadas e jogo de empurra-empurra. Um conselho: antes de anunciar obras fantásticas, este servidor poderia começar com medidas mais simples que iriam beneficiar de forma direta as camadas mais carentes da população e melhorar a vida das pessoas. Melhorar, por exemplo, a limpeza da cidade que está tomada pelo matagal, buracos e lamaçais.
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Motoristas têm reclamado bastante do abuso de alguns ciclistas inconsequentes que trafegam pelas avenidas de nossa cidade fazendo “zigue-zague” e em filas duplas e até triplas. Não bastasse tão incivilizada atitude, algumas pessoas trafegam com suas “bikes” nas calçadas e ainda reclamam quando algum transeunte não lhes dá passagem. Dia desses quase saí no pau com um ciclista adolescente que, numa demonstração clara de bom senso, escafedeu-se antes de conhecer meus dotes de Karatê.
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Assim como existem ciclistas que não respeitam o espaço físico dos transeuntes nas calçadas, também gostaria de ressaltar que existem motoristas que por sua vez não respeitam os ciclistas nas avenidas da cidade e a solução deste problema não está na proibição das bicicletas nas calçadas. Deveria haver na margem de duas ou três avenidas de ligação Centro-Bairro da cidade, um espaço para o trânsito destas bicicletas. Pois apesar deste entrevero, sei que pedalar é um hábito saudável, não poluente, que deveria ser incentivado e ter locais apropriados para sua prática.
Autor: Fábio Marques
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