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ELEIÇÕES 2016: O IMPACTO DA CRISE NA HORA DO VOTO *Aluizio da Silva

04/07/2016 às 11h35
Por: João Teixeira
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ELEIÇÕES 2016: O IMPACTO DA CRISE NA HORA DO VOTO *Aluizio da Silva

Em meio a crise econômica, política e moral que assola o País, o povo vai às urnas no próximo dia 02 de outubro para escolher os novos prefeitos e vereadores dos mais de 5.500 municípios brasileiros.

E há novidades trazidas pela Reforma Eleitoral que se sintetiza na Lei nº 13.165/2015, que reduz o prazo de propaganda eleitoral de 90 para 45 dias no rádio e na TV, limita a captação de recursos e a proibição de financiamento privado de campanha.

Não obstante a entrada em vigor da Lei da Reforma Eleitoral, as eleições deste ano são regidas ainda pela Lei nº 9.504/97 e a Lei Complementar nº 69/90, além da Lei nº 12.891/13, que não valeu para a eleição de 2014 porque foi sancionada em dezembro de 2013, faltando menos de um ano para as eleições.

Em meio a turbulência, candidato a oposição tende a se utilizar do discurso de mudança na eleição deste ano, o que pode influenciar na escolha de prefeitos e vereadores.

As dificuldades encontradas pelos atuais gestores servem como empecilhos para uma reeleição e favorece àquele que vem com o discurso afiado na mudança.

O momento é de reflexão pelos problemas que passamos, bem como a escassez de recursos. A oposição tende a tirar proveito do momento atual.

Na Pérola do Mamoré, ainda é pequena a movimentação em torno da disputa do Palácio Pérola do Mamoré. Intensidade maior, com justa razão, é com relação à disputa por uma vaga na Câmara de Vereadores. E vem muito nome novo e jovem por aí. E bom.

Mas os pretensos candidatos à vereança precisam entender que não se ganha uma eleição somente com palavras. É preciso investir em mídia, em assessoria e uma série de outros setores como forma de atrair o eleitor. E não atrair apenas para obter o seu voto, mas a sua confiança, passando-lhe aquilo que o povo precisa: confiança e esperança por dias melhores.

Também se preservar a boa convivência, o respeito ao ser humano, e, portanto, respeitar as diferenças. Há político que diz que “em política, vale tudo; só não vale perder”., Não concordo de forma plena, absoluta. Seria o mesmo do lema: “os meios justificam o fim”. Ou “os fins justificam os meios”. O ser humano deve vir sempre em primeiro lugar.

*Administrador de Empresas e Jornalista. Membro fundador da Academia Guajaramirense de Letras (AGL)

 

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