22°C 39°C
Guajará-Mirim, RO
Publicidade

Operação da PF combate desvio de recursos públicos no Distrito Sanitário Indígena de Porto Velho

22/05/2019 às 12h23
Por: João Teixeira
Compartilhe:
Operação da PF combate desvio de recursos públicos no Distrito Sanitário Indígena de Porto Velho

A Polícia Federal está cumprindo 41 mandados judicias, sendo 5 de prisão preventiva, 3 de prisão temporária, 19 de busca e apreensão e 14 de sequestro e indisponibilidade de bens, expedidos pela Justiça Federal em Porto Velho, e executados em dois estados: Rondônia e Amazonas. A ação faz parte da Operação “Inter Fratrem”, deflagrada na manhã desta quarta-feira (22) para combater o desvio de recursos e fraudes às licitações no âmbito do Distrito Sanitário Especial Indígena da Capital rondoniense, órgão vinculado ao Ministério da Saúde.

 

Em Rondônia, a Polícia Federal cumpre mandados na capital Porto Velho, especificamente no Dsei, em empresas e nas residências dos investigados. Além dela, os policiais federais cumprem as ordens judiciais em Manaus (AM) e na sede da Casai em Guajará-Mirim.

No decorrer das investigações relacionadas à Operação “Inter Fratrem”, a Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF), identificou uma organização criminosa composta por empresários, particulares e agentes públicos, especializados em fraudar licitações e contratos, especificamente com a falsificação de documentos, conluio entres as empresas e pagamento de vantagens indevidas para servidores do Dsei.

O objeto da investigação foi a contratação dos serviços de locação de veículo, com motorista, para atendimento dos povos indígenas, e de terceirizados do DSEI, além da prestação de serviços de apoio administrativo. Foram apuradas fraudes no caráter competitivo dos pregões nº. 06/2015 e 03/2016, por intermédio de conluio entre as empresas participantes e superfaturamento dos preços.

Nos referidos processos licitatórios participaram empresas pertencentes ao mesmo grupo econômico, composto por sócios da mesma família, e as vencedoras das licitações foram previamente definidas pelo acordo entre os irmãos, mediante pagamento aos agentes públicos do Dsei.

Os contratos de prestação de serviços foram assinados em 2016 e 2017, com valores que alcançam cerca de 8 milhões de reais e atualmente estão em vigor, com atendimento aos indígenas de Rondônia e da região de Humaitá (AM). 
O nome “Inter Fratrem”, traduzido do latim “entre irmãos”, faz menção à relação de parentesco dos principais sócios das pessoas jurídicas participantes do conluio para fraudar as licitações no Dsei-PVH.

Os presos, após serem ouvidos nas Superintendências De Polícia Federal em Rondônia e no Amazonas, serão encaminhados para presídios estaduais e responderão, perante a Justiça Federal, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

 

Fonte: Rondoniagora

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Guajará-Mirim, RO
22°
Tempo limpo

Mín. 22° Máx. 39°

22° Sensação
1.01km/h Vento
56% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
07h27 Nascer do sol
19h18 Pôr do sol
Sex 42° 25°
Sáb 42° 27°
Dom 39° 26°
Seg 43° 25°
Ter 44° 25°
Atualizado às 06h07
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,15 +0,09%
Euro
R$ 6,00 +0,09%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 434,932,41 +1,24%
Ibovespa
174,586,27 pts 0.01%
Publicidade
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade