
O senador da República Confúcio Moura (MDB), costuma ser um misto de “sonhador com os pés fora de órbita”, amante das redes sociais o ex-governador de Rondônia, gosta de relatar seus devaneios em versos e prosas. E neste domingo (14), Confúcio Moura usou o seu blog para falar o que todo mundo já sabe ou seja é um senador acéfalo, traduzindo é do baixo clero entre os senadores influentes do senado federal. O que chama atenção é que Confúcio é só teoria e praticidade que é bom isso Ele não tem o exemplo é que o seu governo teve de tudo que foi ruim de roubo, furto, favorecimento para apadrinhado político, nepotismo, sumiço de equipamentos como exemplo maquinas do DER/RO entre outros atos ilícitos.
Em suas crônicas Confúcio Moura gosta de recorrer aos grandes escritores como é o caso da poetisa Clarice Lispector que tem uma obra literária riquíssima, mas não assimilada por parte do brasileiro. Diante do que Confúcio relatou neste domingo a conclusão é que o nobre senador ainda não sabe o que é o senado federal e pelo jeito vai terminar o seu mandato e não ficará sabendo.
Veja o devaneios de Confúcio Moura
É isto mesmo. Quando vim para o Senado, eu tinha comigo uma coisa na cabeça, o de ser perturbador, o de ser um desses caras chatos, que se empertiga a crista por qualquer coisa; o que sai por aí a fazer críticas pelos quatros cantos e semeia irreverência e descortesia. Sempre gostei do ajuste fiscal. Do colocar as contas públicas em dia. Do acabar com a farra de privilégios. Essa malandragem crônica que o Brasil tem desde o império.
Fui visitar Clarice Lispector no seu poema “se eu fosse eu” e percebi que seria mais feliz por ser eu mesmo se colocasse em prática o pensamento original, o de ser um perturbador da ordem, que quebra regimento, extrapola o tempo e aborrece a quem quer que seja, com o meu pensamento questionador.
Segundo Clarice, eu seria bem mais feliz se eu fosse eu, mas, infelizmente, eu concluí que eu não sou eu, e nem coloquei o meu projeto prioritário de ser um insurgente em prática. Por isso fico triste! Porque eu não mudarei o Brasil e não aborrecerei ninguém.
Porque o Senado precisa de mais gente, que não precisa ser gente, para dar um grito de independência bem forte, ou morte, a rapar o pé, com coragem e até alguma “irresponsabilidade” para dar um choque, uma eletroconvulsoterapia, no parlamento, para dar tudo certo. Porque o doido está do outro lado. E pouco doido aqui. Meu pai dizia – “com doido, só doido e meio”. Não dá certo. Os doidos devem estar em todos os lugares. O choque será bom para que seus neurônios se expandam.
E uma luz se acendesse. E se pudéssemos arrumar o país, somente seria possível se nós todos fossemos nós mesmos. Enquanto a alucinação não vem, vamos seguindo o bordão de sempre. Agora, mais agravada, porque o “corona” resolveu colocar freios na humanidade. A mensagem dele ainda não ficou bem clara. Mas botou todo mundo no seu lugar. Dentro de casa.
Fonte:www.ouropretoonline.com/com informações do blog do Confúcio Moura
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