
No ultimo sábado, dia 04 de setembro, por volta das 10h00, policiais penais lotados na Casa de Detenção Masculina do município de Guajará-Mirim, ao realizarem revista de praxe em uma sacola que continha gêneros alimentícios, notaram que um dos pacotes de açúcar estava com volume estranho. Assim, os agentes decidiram fazer uma nova revista, de maneira minuciosa. Durante a revista, os agentes localizaram, no interior da embalagem uma pedra de crack, entorpecente que causa dependência química em tempo recorde. Além da pedra de crack, havia na embalagem 21 porções de papelotes de cocaína e um pacote contendo maconha.
Diante da situação, a mulher, que é mãe de um dos apenados da casa de detenção, foi levada a uma sala e interrogada sobre os fatos. Ela declarou que não sabia da existência dos entorpecentes e informou que havia recebido a embalagem de outra mulher e deveria entregar a um dos apenados, de nome Marcelo G.S.C. O rapaz que receberia a encomenda é o filho da mulher que foi fazer a visita. A mãe do detento Francisca E. G. S, de 46 anos. Somente uma investigação mais aprimorada dos fatos ira possibilitar esclarecer a história e saber quem realmente participou dos atos que visavam entregar a droga ao detento.
Após serem tomadas as primeiras medidas a mulher que transportou os entorpecentes até a Casa de Detenção recebeu voz de prisão e, em seguida, foi encaminhada à Delegacia Regional da Polícia Civil, para os procedimentos legais. Não é a primeira vez que parentes de detentos tentam introduzir drogas no local, mas os agentes estão sempre muito atentos e fazem um trabalho criterioso para impedir que o delito ocorra durante os dias de visitas.
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