O Núcleo Interinstitucional de Educação e Saúde (NIESSUS) e o Núcleo de Vigilância Epidemiológico e Ambiental (NUVEPA) capacitou cerca de 25 agentes de endemias na última semana no auditório da 1ª Ciretran.
O treinamento faz parte do programa realizado pela Secretaria Municipal de Saúde onde visa atualizar e aperfeiçoar os agentes, especialmente os quatros novos agentes contratos por meio de concurso.
A capacitação iniciou na quarta-feira (30) e encerrou na sexta-feira (01), onde tratou dos seguintes temas: Conhecimento ao vetor da dengue e malária; Conhecimento de produtos químicos de vetores; Manuseio das bombas utilizadas no combate aos transmissores da dengue e malária; Fumacê e UBV, dentre outros materiais utilizados; Técnica de coleta de lâminas de malária; Conhecimento do Teste rápido de malária (realizado na comunidade da área rural); Biologia do Aedes aegypti e do mosquito Anopheles; Eliminação e tratamento de criadores.As coletas de material do paciente para o teste da malária estão ocorrendo: no Centro de Saúde Altamiro Barroso, NUVEPA e Hospital Regional. Já para coletar material para a realização do teste do aedes (dengue) apenas o LACEN, ao lado do Centro de Saúde Carlos Chagas são realizados, desde que o paciente apresente a solicitação de um médicos de 5 a 7 dias após a manifestação da doença.O gerente de endemias Rivaldo Moronha e a coordenadora do NIESSUS, Liliane Alexandre da Costa foram os coordenadores da capacitação que contou com a participação dos profissionais: Zilca Sampaio Duran, Daniele Calixto, Arnaldo Sampaio, Auréo Paz e Benício Adriano (Casai).
A coordenadora destacou que muitos dos agentes ainda estão em período probatório e que não tiveram um treinamento específico para trabalharem. E, para os que já trabalham na área, o curso serve como uma atualização do conhecimento. “O curso serve para que os que já enfrentam a dengue enfrentem de uma forma melhor, conhecendo biologicamente o mosquito”, acrescentou Liliane Alexandre.
Para os agentes de endemias, o curso é muito importante para intensificar os trabalhos com um conhecimento mais aprofundado.
O combate do mosquito da dengue não depende apenas dos agentes de endemias. A sociedade civil organizada também precisa ajudar a combater o mosquito.
Para a secretária municipal de saúde, Denise Marques, a ação mais simples para se prevenir a dengue é evitar o surgimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução. “A regra básica é não deixar a água, mesmo quando limpa, parada em qualquer tipo de recipiente”, salientou a secretária.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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