
As autoridades municipais responsáveis pelo sistema de bueiros da cidade precisam tomar providências urgentes para resolver um sério problema que tem ocorrido em diversos setores do município de Guajará-Mirim. O problema é que existem vários locais em que os chamados bocas de lobo estão abertos e abandonados, colocando em risco as pessoas que transitam pelas calçadas. Esses bueiros abertos, sem nenhuma medida de proteção, podem causar acidentes graves com crianças, idosos e mesmo jovens, já que ocupam boa parte da calçada. É como se fossem armadilhas e isto não pode ocorrer nas ruas da cidade.
Apenas para citar alguns setores, na avenida Campos Sales, com avenida Leopoldo de Matos; na avenida XV de Novembro, esquina do Sintero; e, ainda na XV de Novembro, em frente ao Posto de Combustíveis, na esquina da Escola Paul Harris, há vários bueiros nessas condições de não possuir tampas, praticamente todos próximos dos outros. Como a circulação de pessoas é frequente nesses locais, um acidente não está descartado e os prejuízos poderão ser muito grandes.

Avenida Campos Sales com Leopoldo de Matos no bairro Tamandaré

Esquina da Escola Paul Harris




Na XV de novembro em frente ao Posto de Combusiveis

Esquina do Sintero
Pessoas da comunidade entraram em contato com a redação do Guajará Notícias, solicitando ajuda, para cobrar das autoridades competentes uma ação concreta que vise solucionar o problema. As pessoas pedem ao Poder Público e ao Secretário de Obras e Serviços Públicos que resolvam essa situação com urgência, pois esses bueiros, da maneira como estão, podem causar um acidente aos usuários que utilizam as calçadas, inclusive no período noturno.
O site Guajará Notícias irá acompanhar e esperar as medidas adotadas pelas pessoas responsáveis pela manutenção de vias públicas e esgotos, e observar se foram adotadas as medidas cabíveis para a solução do problema. Claro que esta situação exige urgência, porque os bueiros abertos e sem nenhuma proteção causam preocupação a todas as pessoas que circulam nos locais, porque esse tipo de problema não pode permanecer num município como a Pérola do Mamoré.
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