Depois de perder o controle sobre a tropa, o comandante geral da Polícia Militar de Rondônia, Paulo César de Figueiredo, bem que tentou desmobilizar o movimento dos praças, iniciado neste sábado, convocando pela imprensa aqueles que estão de folga a comparecerem no quartel da Diretoria da PM, mas poucos atenderam a convocação.
Sem voz de comando na PM , a segurança pública em Porto Velho está sendo feita, precariamente, pela Polícia Civil.
O Governo mobilizou 100 homens da Força Nacional de Segurança para tentar sufocar o movimento dos aquartelados no 1º Batalhão, no bairro Arigolândia, na capital, e convocou mais 100 homens que estavam na usina de Jirau para coloca-los nas delegacias de polícia.
Enquanto isso, em Candeias do Jamari, a 22 KM de Porto Velho, permanece o bloqueio feito por homens armados à paisana. A Polícia Rodoviária Federal acompanha o movimento à distância.
A nova crise na PM de Rondônia começou com a prisão do líder dos praças, soldado Jesuíno Boabaide, e com o descumprimento de acordos assinados com a categoria pelo governador Confúcio Moura.
Fonte: Tudorondonia