
A proposta de criação de um Plano de Desenvolvimento da Agricultura Familiar do Município de Guajará-Mirim foi apresentada pelo Diretor da EMATER, Francisco de Assis Barros (Chicão), nessa quinta (26), no salão paroquial da Igreja Nossa Senhora Aparecida, com representantes do Município. A intenção é contribuir para o desenvolvimento sustentável no campo.
Além de representantes governamentais e instituições, fizeram-se presentes agricultores e produtores rurais do Município de Guajará-Mirim e Nova Mamoré. O workshop teve início às 9 hrs e se encerrou ao meio dia e faz parte do projeto de revitalização proposto pelo Governador do Estado Confúcio Moura.
O objetivo do Plano de Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar é o de nortear as políticas por meio da oferta de bases técnicas visando atender as demandas da localidade, possibilitando a melhor alocação de recursos para os investimentos solicitados pela comunidade e o fortalecimento das organizações sociais na perspectiva de construção de parcerias e captação de recursos via projetos. Adicionalmente também, se espera promover a geração de sinergias na atuação de diversos atores envolvidos para o encaminhamento e implementação das ações/atividades demandadas pelo segmento produtivo da agricultura familiar local. Esse trabalho foi elaborado e está sendo coordenado pela EMATER/RO e pela SEAGRI de Guajará-Mirim.
A importância da agricultura familiar para a proteção do meio ambiente e a questão ambiental como forma de melhoria da agricultura familiar também foram alguns dos principais pontos da pauta.
- A participação consiste na vivência coletiva e não na vivência de cada indivíduo. A reflexão comunitária da prática participativa constitui o momento culminante e desencadeador do processo educativo. A educação é uma ação transformadora e consciente que supõe dois momentos inseparáveis: o da reflexão e o da ação. – disse Chicão.
Ao se fazer um diagnóstico participativo sobre uma comunidade e/ou município o que se está buscando é a geração de informações e conhecimentos necessários para a identificação dos problemas e necessidades enfrentadas pelos agricultores familiares do município. Num momento inicial, o diagnóstico participativo será um processo contínuo que gera um conhecimento que se enriquece na medida em que a realidade se transforma. Em segundo momento, o diagnóstico objetivará as prioridades, bem como identificará os recursos (humano e financeiro) para sua consecução, formulando quais os objetivos das ações.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Mín. 24° Máx. 38°

