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Foragida da Justiça de Guajará-Mirim é capturada no Paraná após ação integrada das forças de segurança

Uma foragida da Justiça com mandado de prisão em aberto, foi capturada na tarde de quinta-feira, 26, no estado do Paraná

02/03/2026 às 02h29 Atualizada em 03/03/2026 às 11h17
Por: João Teixeira Fonte: Fonte: O Mamoré
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“Any Gregório” foi presa no estado do Paraná
“Any Gregório” foi presa no estado do Paraná

Uma foragida da Justiça com mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de Guajará-Mirim, foi capturada na tarde de quinta-feira, 26, na cidade de Iporã/Paraná.

A prisão de Thayane ocorreu após compartilhamento de informações entre a Polícia Civil de Rondônia e a Polícia Militar de Rondônia, por meio do Núcleo de Inteligência - NI, do 6º Batalhão da Polícia Militar e do Serviço de Investigação e Captura - Sevic, da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Guajará-Mirim. As informações também foram repassadas à Polícia Rodoviária Federal e à Polícia Civil do Paraná. 

Uma equipe da PC e da PRF após informações e orientações da PC de Guajará-Mirim conseguiram localizar a mulher dentro de um ônibus que seguia destino ao estado do Rio de Janeiro e efetuar a prisão da investigada, apontada como integrante da facção criminosa Comando Vermelho em Rondônia. 

O Jornal O MAMORÉ apurou que a Polícia Civil de Guajará-Mirim monitorava a suspeita desde dezembro de 2025, período em que as investigações se intensificaram em razão de suposto envolvimento com o tráfico de drogas interestadual.

De acordo com as apurações, ela seria responsável por trazer do Rio de Janeiro para Rondônia substâncias como lança-perfume e êxtase, além de transportar drogas adquiridas na Bolívia para o Rio de Janeiro.

 
As investigações também indicam que a mulher teria fortalecido sua posição dentro da facção ao se aliar a um dos líderes do grupo no estado, conhecido pelo codinome “Sabedoria”. Segundo a Polícia, ele é apontado como responsável por determinar crimes e atentados em Rondônia, Acre e outros estados da região Norte, além de manter atuação na Bolívia. Thayne é conhecida como "Any Gregório".
 
A presa responde por crimes relacionados ao tráfico de drogas e também é investigada por possível envolvimento na morte de Geovana, ocorrida em 2024, em um bar próximo à Igreja do Divino, no bairro São José, em Guajará-Mirim.

A suspeita permanece à disposição da Justiça.
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