
Na manhã de quarta-feira (08) o vice-prefeito Hilter Gomes Videira recebeu os representantes das cooperativas e associação de moto taxistas para tratar do assunto que gerou o manifesto do grupo durante toda a semana. A classe busca alteração na lei que regulamenta o serviço no município, problema o qual, até então, era de conhecimento apenas da classe. Os problemas vieram à tona quando dois grupos, com objetivos diferentes, participaram na terça-feira (07) da sessão da Câmara de Vereadores onde visavam buscar apoio dos edis para alterar a Lei que regulamentou a exploração dos serviços de moto táxi no município.
De acordo com informações, surgiu a proposta para adaptar algumas mudanças na Lei aprovada há mais de um ano, dia 30 de março de 2010, pela Câmara de Vereadores, sendo apresenta as seguintes alterações: a placa e a motocicleta deverá ficar no nome do moto táxi e não da associação ou cooperativa; retirar a exigência de grau de escolaridade; de 5 anos passar para 7 anos o tempo de uso das motocicletas; carregar como passageiro os adolescentes a partir de 7 anos e não como está autorizado a partir de 16 anos. Com assinatura de 118 profissionais a proposta foi apresentada ao Poder Executivo e Legislativo, quase a metade do total de moto táxi que prestam esse tipo de serviço no município.
O moto taxista Francisco Lima junto com um grupo apresentou as alterações e incluíram também a concessão individual para cada moto táxi e não para as entidades representativas, como está previsto ocorrer. Francisco afirmar que é um absurdo o valor cobrado por associação e cooperativas, chegando à quantia mensal aproximada de R$ 120. “A proposta é que cada moto táxi tenha sua concessão e não passá-las para as entidades, pois você paga e não ver retorno nisso, queremos independência, não queremos ficar a mercê das cooperativas”, declarou Francisco Lima.
Os representantes das Cooperativas e Associação estiveram também presentes na sessão desta terça-feira acompanhados de moto taxistas que estão a favor das alterações na Lei Municipal, mas que não aceitam que as concessões que serão cedidas pela Prefeitura sejam individuais.
A Presidência da Câmara confirmou para a próxima semana a realização de uma audiência pública onde os profissionais liberais deverão expor suas propostas e entrar em comum acordo.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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