Durante esta manhã de sexta-feira, o Comandante Geral da Policia Militar convidou algumas associações para apresentação de mais uma contraproposta do governo. Segundo informações, seria 13,5 % parcelado da mesma forma que a anterior sendo 4,5% janeiro/12, 4,5% outubro/12 e 4,5% abril/13. As associações ficaram de deliberar, em assembléia, com seus associados à aceitação ou não da proposta. As informações são que, enquanto está havendo tais reuniões, o governo se prepara para uma possível paralisação.
As associações que estão em negociação com o governo, em reuniões anteriores, declararam o dia 29 de novembro, como prazo irrevogável para uma paralisação geral, o que não ocorreu. Para alguns policiais torna-se estranha a dilação de prazo, bem como a concessão de reuniões sem fundamento. Depois de tomar conhecimento de tal proposta, o presidente da ASSFAPOM declarou ser inaceitável que o governo após diversas rodadas de negociações, com essas associações ainda persista em propostas vergonhosas.
"Policiais estão sendo convocados do interior, para suprir a necessidade da segurança na capital. O interior está ficando desguarnecido. O tempo dado pelas associações para o governo está sendo uma BOMBA ATÔMICA para qualquer movimento que vier daqui para frente. A ASSFAPOM já emitiu Nota de Mobilização aos familiares e policiais militares, apesar de nós não estarmos fazendo parte dessas reuniões com o governo, representamos mais de 800 policiais militares e não ficaremos inertes." Finalizou: Jesuino Boabaid Todos devem ficar atentos às ações do governo.
Fonte: Ada Dantas SRTE/1150