
As defesas do deputado federal Valdemar Costa Neto (PR-SP), ex-presidente do extinto PL, do ex-tesoureiro Jacinto Lamas e de seu irmão, Antonio Lamas, citaram ontem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao pedir a absolvição de seus clientes ao Supremo Tribunal Federal, destacando que Lula deveria ter sido investigado pelo Ministério Público.
Advogado de Costa Neto, Marcelo Luiz Ávila de Bessa disse que o deputado não pode ser condenado, já que recebeu os recursos como presidente do PL e por causa de um acordo político firmado na eleição de 2002 para a montagem da chapa de Lula com José Alencar. Ele citou uma reunião de em junho de 2002, da qual teriam participado Lula, Alencar, Costa Neto, Delúbio Soares e José Dirceu. E disse que, na ocasião, estava em vigor a regra da verticalização das alianças, que impunha aos partidos o dever de seguir nos Estados as coligações feitas em nível nacional. Por isso, o PL precisava ajudar os candidatos. “Pode ter ocorrido (mensalão) ou não, mas em relação ao PL não.” Com informações agestado
Autor: Rondonoticias
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