Já dura 30 dias a paralisação dos servidores da educação municipais, cuja pauta de reivindicação tem como objetivo principal a implantação do Piso Salarial e melhores condições de trabalho, além de outros itens que visam proporcionar uma educação de melhor qualidade.
Segundo fontes, o município paga um piso salarial de R$ 950,00 (novecentos e cinquenta reais), quando o piso estabelecido pelo Governo Federal, para todo o país, de R$ 1.567,00 (hum mil, quinhentos e sessenta e sete reais).
Concentrados em frente à sede do Sintero (Sindicato dos Trabalhos em Educação no Estado de Rondônia), na Av. 15 de Novembro, no Bairro da Serraria, os servidores mantem a decisão de continuar com a greve até que o Poder Executivo Municipal acate as reivindicações que, de acordo com o servidores, são justas e legais.
Para o professor Wanderley Azougue Soares, Delegado Sindical do Sintero em Guajará-Mirim, os servidores já fizeram várias tentativas para buscar uma solução satisfatória para a greve, mas o prefeito Dúlcio da Silva Mendes não demonstra um mínimo de vontade política para solucionar o impasse. “A atitude do prefeito trai o compromisso assumido com os servidores da educação quando era então candidato ao Palácio Pérola do Mamoré”.

Os servidores reafirmam a disposição de continuar o movimento e pedem aos pais de alunos e aos próprios alunos da rede municipal de ensino que entendam a situação desses servidores e que eles, servidores, não fazem greve por querer fazer, mas sim por ser a derradeira maneira lícita e legal de buscarem seus direitos, pois os governantes são insensíveis ao clamor deles e alegam sempre a falta de recursos financeiros para sanar o problema.
Fonte: Guajaranoticias
Autor: Aluizio da Silva
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