Porto Velho, Rondônia - A esperada entrevista coletiva da cúpula da Polícia Civil, na manhã desta quinta-feira (04), não trouxe muitas novidades sobre a Operação Apocalipse, desencadeada nesta manhã.
O diretor-geral da Polícia Civil, Pedro Roberto Gemignani Mancebo, informou que as investigações se iniciaram há cerca de um ano e meio, com a intenção de investigar suposta quadrilha de tráfico de drogas.
Segundo o delegado, as apurações avançaram e há suspeitas de que políticos, empresários e servidores atuaram juntos para a prática de diversos crimes contra a administração pública do Estado e da capital.
Eles são acusados de associação ao tráfico, peculato, corrupção, trafico de influencia estelionato, prevaricação e formação de quadrilha armada e crime contra instituições financeiras. Os políticos nomeavam servidores fantasmas para satisfazer os líderes da quadrilha, que os financiavam durante campanha eleitoral. Durante a Operação, cerca de 70 mil ligações telefônicas foram interceptadas e pelo menos 500 contas correntes tiveram o sigilo quebrado.
Autor: Rondoniagora.com
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