
A União Municipal das Associações de Moradores de Guajará-Mirim (UMAM), entidade sem fins lucrativos e de utilidade pública, continua oferecendo à comunidade da cidade cursos gratuitos na área de informática, corte e costura, cabeleireiro, manicure e pedicure e eletricista de automóvel.
De acordo com o presidente da entidade, Walmir Antônio Pereira do Rosário, apenas os alunos do curso de Informática devem colaborar com a quantia de R$ 20,00 (vinte reais) para ajudar nos custeio das despesas de manutenção dos computadores. As pessoas interessadas em participar de um dos cursos, deve procurar a sede da UMAM, na Av. José Bonifácio, no Bairro da Serraria, em frente a AABB.
Walmir disse que recentemente o Conselho Fiscal da entidade aprovou as contas referentes ao 1º semestre deste ano de 2013 e que agora está focado na necessidade de realizar sessões itinerantes nos bairros da cidade, como forma de chegar bem perto da população e ouvir suas reivindicações.
Para o presidente da UMAM, “muitas pessoas procuram as associações de moradores de bairro pensando que é uma coisa, mas tudo é completamente diferente dos que eles imaginam no início. Na verdade, eles pensam em tirar proveito político das associações e não sabem que o trabalho comunitário não é remunerado e é só para quem realmente gosta”.
Walmir disse que seu mandato à frente da entidade vai até o ano de 2018 e que a UMAM produz e vende móveis diversos com preços bem a baixo do de mercado, e que isto é feito com muita dificuldade mas é para atender sobretudo a comunidade carente, mais necessitada. Ele disse lamentar que algumas associações de moradores tenham perdido o rumo, estando algumas com suas atividades paralisadas, mas que a UMAM quando recebe algum benefício para repassar à comunidade, aí todos procuram a entidade querendo tirar proveito da situação sem o menor pudor de nada estar fazendo pela comunidade de seu bairro.
O grande líder comunitário e pastor evangélico da Igreja Assembleia de Deus – Ministério Madureira – com sede na Av. Boucinhas de Menezes, no Bairro do Triângulo, espera que o movimento comunitário volte a ter o mesmo dinamismo e eficiência, aliada a importância, que teve em décadas passadas, principalmente nos anos 80, 90 e início do ano 2.000.
Autor: Aluizio da Silva
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