
De acordo com João Bosco Costa, diretor jurídico do sindicato, burocracia, falta de investimento no setor e salários congelados motivam o aumento da evasão de servidores e, consequentemente, a paralisação. “Não apenas isso. Falta perspectiva para a categoria. Temos chefias indicadas, sofremos assédio moral e, por conta disso, tivemos policiais federais que já tentaram tirar a vida por causa da pressão dentro do órgão”, afirma Costa.
Cerca de 200 agentes trabalham em todo o estado, o que para Costa é um número bem abaixo do ideal. “Chegamos a quase 200 servidores, mas o ideal seriam 500, até porque atendemos a uma faixa de fronteira”, finalizou.
Autor: G1 RO
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