O 3º Grupo de Polícia Militar Ambiental, sediado em Guajará-Mirim e comandado pelo 2º Sgt. PMA GILMAR Nunes de Oliveira, juntamente com uma equipe do Escritório Local da SEDAM (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental), sobre o rio Pacaás Novos nesta quinta-feira, 14, para a realização de uma operação que visa combater atos ilícitos na área.
O sargento Gilmar disse que sua equipe será composta de 3 policiais e os trabalhos devem durar cerca de 10 dias em toda a região, que será fiscalizada até bem acima da localidade de Nova Brasília, alto Rio Pacaás Novos. De acordo com o comandante, a unidade policial recebeu denúncias de presenças de caçadores, pescadores invadindo áreas indígenas para pescar e até garimpeiros estariam atuando nessas áreas de preservação.
Operação “Psiu”
O comandante Gilmar disse que a Operação “Psiu”, que começou a ser desencadeada no início do mês de outubro, deverá continuar por tempo indeterminado na cidade. O objetivo é combater a poluição sonora provocada por casas de shows e carros de jovens que se amontoam em locais públicos e abusam da altura do som.
Segundo o sargento Gilmar, de seis carros abordados dias atrás, três estão recolhidos ao pátio da Delegacia Regional de Polícia Civil. Seus condutores estavam abusando da altura do som.
O comandante alertou também aos proprietários de casas de shows e espetáculos para que se programem e se adéqüem às exigências da lei. Nesse sentido, mostrou que tem em seu poder uma Portaria de um juiz de direito da Comarca de Guajará-Mirim que determina a realização de fiscalização nesses locais. Segundo ele, nenhuma casa de show ou espetáculo da cidade está cumprindo o que determina a lei e poderão ser penalizadas a qualquer momento em operação desencadeada.
Soltura de gaviões
O sargento Gilmar anunciou também, ainda para o dia de hoje, a soltura de 02 gaviões que estão nas dependências do quartel do Grupo e que lá foram entregues, segundo ele, novinhos e sem penas, provavelmente caídos de seus ninhos. Agora, crescidos, serão devolvidos à natureza para voltar a viver em seu habitat natural.
Fonte: Guajará Notícias
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