
O presidente da Câmara Municipal de Guajará-Mirim, Fábio Netinho (PDT), recebeu na manhã da última quarta-feira (11) na Sala Presidencial da Casa de Leis os senhores Ângelo Ferreira, diretor da Viação Rondônia e Costa Vale, encarregado da empresa de transportes nesta cidade. Na ocasião a representação da agência de transporte coletivo apresentou à chefia do Legislativo a proposta – ainda em fase de estudos técnicos – de viabilização do retorno dos ônibus de trânsito circular à cidade.
A exposição do projeto com todas as suas minúcias, em muito agradou o presidente da Câmara, que acatou a proposta e de imediato colocou-se à disposição dos executivos para qualquer tipo de ajuda ou esforço naquilo que se necessite no sentido de engrenar este módulo de serviço à população. “Acredito que o retorno deste tipo de serviço vai ter uma aceitação favorável da maioria da população que há muito reclama pelo regresso das conduções coletivas, que além de prestarem serviços a preços bem mais módicos que taxistas e moto-taxistas, ainda beneficiam setores urbanos difíceis de se alcançar por não estarem no circuito-itinerário destes outros segmentos, como é o caso da Universidade e da área da Comara”, enfatizou Netinho.
Ainda segundo o presidente da Câmara, o retorno dos ônibus não prejudica nem a taxistas nem a moto-taxistas, uma vez que o público principal que alveja a empresa com interesse em explorar este mercado está mais centrado nos alunos que precisam se deslocar até às escolas e hoje arriscam suas vidas no caótico trânsito de Guajará-Mirim ao fazerem este percurso em bicicletas, e também aos formandos da Universidade Estadual que utilizam-se de motos para se deslocar até o campus da Unir, e que optando pelo emprego deste serviço, evitam perigos de acidentes graves na BR 425 e assaltos com ou sem efeitos trágicos.
Em conversa com a reportagem, os representantes da Viação Rondônia disseram que da planilha do projeto para o retorno do transporte coletivo para Guajará-Mirim, estão constando estudos e análises sujeitos à debates, sugestões, audiências públicas e até impugnações quanto ao número de veículos a circular, horários, circuitos, tipos ou modelos de carros e previsão para a instalação desta variação de transporte.
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