
A despeito de uma matéria divulgada nos últimos dias na imprensa da cidade, de que a água tratada servida em Guajará-Mirim poderia ser contaminada com objetos fecais arrastados pelas enchentes que se abate sobre a região, pondo em risco a vida da população, o Gerente de Negócios da Unidade da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia – CAERD, em Guajará-Mirim e Nova Mamoré, Juarez André de Macedo, afirmou que não há a menor possibilidade desse fato acontecer.
Ele esclareceu que não existe a captação de água no Igarapé do Palheta, sumamente poluído e que há muito tempo deixou de ser fonte de fornecimento para a empresa, que hoje opera com uma única fonte de captação, que fica na margem direita do rio Mamoré, no bairro do Triângulo.
Juarez André afirmou que isso não ter como acontecer e que não há nenhuma possibilidade da água potável ser contaminada. Ele disse que o local onde fica a captação, no rio Mamoré, fica bem acima do local onde são despejadas as águas oriundas do Igarapé Palheta. Ademais, a força da água do rio é bem superior a do Igarapé, e como o rio corre para baixo, não há, pois, possibilidade dessas águas se misturarem, além da empresa possuir condições técnicas de tratamento apropriados para enfrentar esse tipo de situação, se por ventura acontecer.
O Chefe da CAERD salientou ainda que possui material suficiente em estoque para enfrentar qualquer tipo de problema com eventual contaminação da água servida à população. E que para se resguardar, já manteve contatos com o pessoal boliviano da cidade vizinha de Guayaramerin, que opera a companhia de água daquela cidade, para, se necessário, tomar 500 kg de hipoclorito emprestados para serem utilizados em Guajará-Mirim, e posterior devolução com a necessária autorização de seus superiores, em Porto Velho.
Mín. 22° Máx. 39°

