
Guajará-Mirim está passando por uma das piores crises cíclicas nunca antes vivida, com efeitos drásticos para toda a sociedade. Com sua única rodovia de acesso ao restante do Brasil tomada pela enchente invernal que transformou tudo em seu entorno num báltico oceano, Guajará hoje se encontra isolada e com sua população penando com a carência e restrição de produtos básicos para consumo.
Afora a escassez de itens de consumo essenciais, os preços dos produtos disparam nos armazéns de secos e molhados, tabernas e supermercados. Tirando proveito da situação, comerciantes sem escrúpulos faturam lucros acima do absurdo devido ao desfalque de gêneros necessários nas prateleiras. É a lei da oferta e da procura. Paralela a esta situação, o avanço das águas advindas de rios e afluentes da Bolívia e das entradas hídricas vicinais e enseadas que sustentam a bacia do Rio Guaporé, já começam a preocupar pessoas e famílias que residem em bairros alagadiços que, diante da ameaça natural, também já começam a deixarem suas casas e buscarem auxílio para suas agruras junto aos poderes públicos.
É neste momento critico e sofrível que Guajará-Mirim precisa de unidade, de consciência pública e também de vontade política em sincronia com todos os segmentos da sociedade para enfrentar os problemas que ora se apresentam. É preciso que ocorra uma consciência municipal no sentido de respaldar as atitudes a serem tomadas diante deste espectro. Uma proposta viável estaria pautada na formação e caráter do prefeito da cidade, Dúlcio Mendes, que além do poder de decidir, também possui qualidades como vontade de escutar, de discutir, de reunir e procurar respostas, caminhos e soluções.
É de todos sabido que um prefeito sozinho não vai resolver estes vacilos naturais atípicos do meio ambiente. Mas independente da catástrofe climática, a máquina pública tem que funcionar com a conexão ligada para o conserto destes problemas ou no mínimo em obediência ao inventário da situação. Com o objetivo fixado na correção das distorções e na procura constante de um prumo a ser seguido, o prefeito Dúlcio Mendes tem mantido conversas conjuntas com os órgãos públicos, empresas, instituições sociais e poderes de governos com a intenção de que se conjugue esforços, recursos e disposição no sentido de canalizar jeitos e maneiras de socorrer a população dos prejuízos causados pelas chuvas torrenciais e pela enchente que se avoluma e se alastra a cada dia que vai passando.
Ao implantar este estilo de governar, associado à novas maneiras de discutir os problemas e escutar sugestões, o prefeito Dúlcio Mendes espera não reverter esta situação num ligeiro espaço de tempo, mas sim construir pontes entre os poderes públicos e a sociedade em todos os espaços sociais. Em suma, o prefeito deseja antes da tomada de decisão, diagnosticar a doença para a devida aplicação do remédio que vai encontrar a solução para o caótico colapso sócio-econômico que apavora a população.
Com toda certeza o prefeito não vai operar milagres. Mas naquilo que depender de suas obrigações com a sociedade, vai procurar de forma contínua resolver os problemas que complicam o dia-a-dia da população guajaramirense. É a chamada vontade política.
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