Por volta das 11 horas da noite desta sexta-feira, 14, uma Guarnição da Polícia Militar foi deslocada para o Bairro Jardim das Esmeraldas, após a COPOM (Central de Operações da Polícia Militar) receber uma informação de que na Av. Estevão Correia uma pessoa estava agredindo uma outra com golpes de terçado (ou facão).
Chegando no local, na residência de nº 5479, da Estevão Correia, policiais depararam-se com um corpo jogado ao solo com lesões na cabeça, tórax e braços. Uma viatura do Corpo de Bombeiros foi chamada ao local, mas quando lá chegaram os bombeiros constataram que o corpo já estava sem vida. A Perícia Técnica da Polícia Civil compareceu ao local, fez seu trabalho e liberou o corpo da vítima para ser encaminhado ao necrotério do Hospital Regional de Guajará-Mirim e posteriormente ser liberado para a família.
A pessoa assassinada a golpes de terçado foi identificada, posteriormente, como sendo Abrão dos Santos Silva, vulgo “Nenezão”, com várias passagens pela polícia por prática de delitos. Ele tinha 34 anos de idade e vivia em constante relação com atos condenáveis por pessoas de bem.
Testemunhas que preferiram não se identificar, disseram à Polícia que viram um homem alto e magro, trajando uma camisa escura em uma bicicleta de corrida, de cor prata, desferindo vários golpes na vítima e que após essa ação evadiu-se do local em disparada e tomando rumo ignorado.
Os policiais militares realizaram várias diligências em áreas próximas ao local do crime mas, como se diz no linguajar policial: não obtiveram êxito.
Já há um bom tempo – e não é só em Guajará, mas em todo o Brasil – que as pessoas estão querendo tomar providências com relação a delitos praticados por meliantes uma vez que nenhuma providência legal é tomada por parte do Estado para frear a ação criminosa de malfeitores. Assim, mesmo contra as normas legais, mais vezes as pessoas fazem justiça com as próprias mãos, pois quando a polícia prende um bandido normalmente, por força das leis vigentes no País, ele é solto logo em seguida, posto na rua para voltar a praticar crimes. É fruto da impunidade.
Mín. 24° Máx. 39°

