
As condições climáticas vividas pelo município de Guajará-Mirim nos últimos trinta dias poderão levar ao isolamento o aeroporto da cidade. Distante cerca de 6 km da área urbana, o aeroporto atualmente recebe voos de empresas privadas e de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) que, através de seus aviões modelo Amazonas trazem cargas para Guajará-Mirim de Porto Velho e retornam à Capital transportando pessoas, especialmente doentes e pessoas que não possuem recursos financeiros para pagar uma passagem aérea.
Há poucos dias, por conta do transbordamento das águas do Igarapé Palheta, na Estrada do Palheta, principal via de acesso ao aeroporto, o tráfego na rodovia foi interditado. Em consequência, passou-se a utilizar como rota alternativa uma avenida que passa pelo Bairro Próspero, cruza uma ponte em direção à área da Comara, e daí utiliza-se ramais ao longo de toda a Comara para seter acesso ao aeroporto. Ocorre que essas estradas da Comara, que funcionam como rota alternativa para se chegar ao aeroporto, estão todas castigadas pelas chuvas e cerca de 80% da rota estão tomados por buracos e lamas, que dificultam o tráfego, sobretudo de veículos leves, pequenos, e colocam em risco a segurança dos motoristas, inclusive com ameaças reais econstantes de atoleiros.
Na manhã desta quinta-feira, 27, por ocasião da chegada do governador Confúcio Moura à cidade, o secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, José Nilton Dias dos Santos, o Capixaba, e uma equipe de operários da SEMOSP estavam no trecho com uma máquina tentando minorar o problema.
O caminho é inóspito, esburacado e cheio de armadilhas. Mais uma ou duas chuvas de proporções médias poderá resultar no isolamento do aeroporto por não haverá como chegar, via terrestre, até o local.
Fonte: Guajará Noticias
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