Porto Velho, Rondônia: Um dia após o encerramento das convenções partidárias, a movimentação e as articulações ainda continuam intensas nos bastidores da cena política. As atas continuam abertas e poderão ser entregues ao Tribunal Regional Eleitoral até o dia 05/07 e por isso, caciques políticos andam da sala para cozinha, a fim de agasalhar as melhores definições de candidatos a cargos majoritários, a densidade eleitoral de cada coligação que agrega, além é claro, de interesses pessoais, sobrepostos ao partidário na disputa.
Na coligação encabeçada pelo governador Confúcio Moura (PMDB), a aprovação na convenção do nome do engenheiro Lúcio Mosquini como seu vice, na chamada chapa "puro sangue", causou uma ciumeira tremenda nas agremiações que a integravam.
Por conta disso, a primeira revolta veio com a debandada da aliança de partidos como o PSB/PSL/PT/PDT. Dirigentes dessas legendas se sentiram preteridos e deram o troco de imediato.
Mas o baque maior mesmo, foi a retirada do senador Acir Gurgacz grupo, o que com o que PMDB tivesse que agir rápido colocando o senador Amir Lando como candidato a senador em seu lugar e Lúcio Mosquini a deputado federal, sua antiga pretensão. No entanto, esse remendo partidário parece que não colou e restou enfraquecido.
De olho na vaga que sobrou com a saída de Mosquini que vai para federal, esperto, Nilton Capixaba - presidente do Partido Trabalhista Brasileiro-PTB, tratou logo de se "aninhar" ao lado de Confúcio, mas setores do PMDB, ainda não engoliram essa pretensão repentina de Capixaba.
Para eles o PTB não é a melhor opção. Em decorrência, estudam e sonham ainda com a possibilidade de dissuadir Acir a a voltar para a coligação e não lançar seu nome a governo.
Acir tem dinheiro, prestígio, partidário e de voto, e isso já basta para os caciques peemedebistas..
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