
*Aluizio da Silva
O guajaramirense, assim como todo o brasileiro, vive mais uma etapa política, época em que sempre ocorrem histórias engraçadas, dignas de integrarem o cotidiano de nosso povo, pois são casos curiosos, diferentes, exóticos mesmo.
Como diria meu grande amigo e famoso radialista Wilson Charles, pois bem, é nessa época que tudo quando é político passa a conhecer o povo. É quando ele visita, sorri, abraça, dá tapinhas nas costas, preocupa-se com a saúde do cidadão e da família, etc. etc.
É comum ver candidato abraçado e beijando menino “buchudo”, com os “zói chei de remela”, sujo, maltrapilho e dizendo “que menino bonito. Como é o nome dele?” Tem também aquele que chega na casa do pobre, cumprimenta, pede licença e já vai perguntando: “Como vai seu pai?” Ao que o caboco responde: “Meu pai já morreu, faz é anos”. E o político: “Morreu prá você, que e um filho ingrato. Prá mim ele vai viver sempre no meu coração, como grande amigo que era”.
E tem um “causo” que me foi contado pelo meu primo Chico Eleotério, que mora na localidade do Sapezal, no Rio Ouro Preto, isto há mais de 10 anos. Disse-me o Chico Eleotério que teve um amigo que um dia resolveu ser candidato a um cargo eletivo, talvez para vereador, ele não lembrava mais. Passada a eleição e feita a apuração dos votos, o amigo do Chico Eleotério só teve um voto na disputa. O resultado, naturalmente, deixou o “cabra” doido. Correu para casa e foi logo peitando a mulher: “Sem a (sua) égua, você não votou em mim”! Ao que a companheira respondeu com absoluta tranqüilidade:” Ora, quem não tem conhece não votou em ti, eu que te conheço há mais de 30 anos ia votar”?
Vamos aguardar que dentro de poucos dias voltaremos com outros causos de nossa políica.
*Administrador, Jornalista e Radialista
Mín. 24° Máx. 40°

