A população extrativista assentada ao longo do Rio Ouro Preto está desenvolvendo um projeto que traz enormes benefícios a toda a comunidade. Trata do projeto que permite a venda de madeiras “mortas”, aquelas caídas às margens do leito do rio, que estão sendo retiradas pelos moradores da área e vendidas a terceiros como forma de um novo meio de renda.
De acordo com o presidente da Associação dos Seringueiros da Reserva Extrativista do Rio Ouro Preto (ASROP), José Avilaneda Amutari, os beneficiários do novo projeto vão realizar agora a segunda venda de madeira retirada das margens do rio. Para Avilaneda, isso agrega valores, mas lamenta que os compradores só queiram pagar um preço irrisório pela madeira.
O presidente da ASROP anunciou para os próximos dias uma viagem à Reserva Extrativista para manter novos contatos com os extrativistas e alerta-los da necessidade de valorizar cada vez mais o produto a ser vendido.
Texto: Aluízio da Silva – DRT-RO nº 549
Foto: João Teixeira
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