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HÁ COISAS EM GUAJARÁ QUE CAUSAM INDIGNAÇÃO, DIZ VEREADOR

05/12/2014 às 16h06
Por: João Teixeira
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HÁ COISAS EM GUAJARÁ QUE CAUSAM INDIGNAÇÃO, DIZ VEREADOR

Em um contundente pronunciamento na sessão ordinária desta quinta-feira, 04, da Câmara Municipal, durante o Grande Expediente, o vereador Augustinho Figueiredo (PDT), afirmou textualmente que “há coisas em Guajará que causam indignação” e passou a enumerar três pontos que o deixaram indignados nos últimos dias, quando buscava ajudar pessoas e entidades que necessitam de apoio para execução de suas tarefas diárias e na busca de ganhar o pão de cada dia.

 

Ponto 1: A negação da direção da Escola Municipal Maria Liberty de Freitas, no bairro

               Jardim das Esmeradas.

O vereador havia pedido ao prefeito Dúlcio da Silva Mendes uma área de terra medindo 6,0m x 40,0m, localizada ao lado do muro da escola, a fim de que a Associação de Moradores da Comara pudesse instalar no local a sua feirinha que é realizada uma vez por semana. O prefeito disse ao vereador que falou com a diretora e ele negou o pedido, alegando que feira atrapalharia o ensino-aprendizagem dos alunos.

 

Ponto 2: Promessas da Secretária Municipal de Educação não cumpridas.

               Segundo o vereador, a titular da Semed prometeu aos servidores emergenciais demitidos o pagamento de uma gratificação de R$ 200,00 ou R$ 300,00 para ser paga no mês de agosto passado. Até o momento o pagamento não foi efetuado e os servidores vivem mendigando na porta do gabinete da secretária em busca desse benefício e nunca são atendidos, inclusive levando horas de “chá de banco”.

                 Augustinho também protestou contra o cancelamento do pagamento do 14º salário do pessoal da Educação que recebiam o benefício com verbas oriundas do FUNDEB (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica). Quer saber onde esses recursos estão sendo gastos.

 

Ponto 3: Empréstimos consignados de servidores

                Protestou contra a atitude da Prefeitura que desconta do vencimento do servidor  o valor correspondente a crédito consignado concedido pelo Banco do Brasil em Guajará-Mirim; mas não repassa esses valores ao Banco, o que deixa os servidores inadimplentes junto ao Banco.

                  Disse que, nesse período de final de ano, o servidor precisa fazer um empréstimo consignado para adquirir uma coisa melhor para a família, inclusive comprar presentes para os filhos, mas não pode em função da Prefeitura não ter repassado ao banco os valores já descontado dos empréstimos já realizados. Disse que é muito amigo, mas que não o queiram como inimigo porque aí a “coisa pega”.

 

Fonte: Guajará Notícias

 

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