Em mais um de seus pronunciamentos inflamado, mas sempre defendendo o que é certo e condenando o que é errado, o vereador Agustinho Figueiredo (PDT), um dos mais atuantes da atual legislatura, teceu violentas críticas à administração municipal durante a realização da 3ª Sessão Ordinária do 1º Período da 12ª Legislatura da Câmara Municipal de Guajará-Mirim, realizada na noite desta quinta-feira, 19, no Plenário Clodoaldo Moura Palha.
Ao usar a tribuna durante o Grande Expediente (quando o vereador tem direito a 10 minutos, sendo permitido o aparte aos demais), Augustinho bateu forte por diversas vezes no púlpito, uma característica própria do vereador quando se irrita com determinado assunto.
Visivelmente irritado, Augustinho classificou de fraca a administração municipal. Criticou o prefeito Dúlcio por não ter pulso para comandar o município já que toda vez que é consultado ou lhe é sugerido algum assunto, ele diz que vai consultar o diretor ou o secretário da pasta a que o assunto se relaciona.
Anunciou o rompimento com a administração, a quem colaborou diretamente durante dois anos, exclamando: “paciência tem limite e a minha acabou”, Classificou de desrespeitosa a forma com as emendas apresentadas pela Câmara ao novo Código Tributário Municipal foram esquecidas. Disse que o prefeito não respeita nem os vereadores e nem a Câmara. E em função desse fato grave - de omitir a inclusão das emendas aprovadas pela Casa na nova lei do CTM – sugeriu ao presidente da Casa que instale uma Comissão para efetuar trabalhos de análise de uma possível cassação – ou afastamento – do prefeito Dúlcio Mendes.
Em verdade, uma instalação de uma CPI seria o primeiro passo para o “impeachment” do prefeito do município, por não cumprir a legislação vigente, não ouvir os vereadores e manter assessores ineficientes na administração, o que ocasiona sérios prejuízos pára a população de Guajará-Mirim.
Fonte: Guajará Notícias.
Mín. 20° Máx. 38°

