Transeuntes que trafegam pela Primeira Linha do IATA, observam nas proximidades da penitenciária regional de Guajará-Mirim, localizada na divisa com o município de Nova Mamoré, uma fossa escorrendo a céu aberto há vários meses.
O esgoto fica acumulado às margens da vicinal, exalando mau cheiro e levando riscos à saúde dos animais. De acordo com um morador da 1ª Linha do IATA, no inverno, o esgoto é levado pela água da chuva para o leito de igarapés próximos, trazendo risco à saúde das pessoas que utilizam a água ou consomem peixes desses mananciais.
Um agente penitenciário que não quis se identificar informou à reportagem, que a manutenção da fossa é realizada semanalmente, por uma empresa contratada pelo Governo, mas, continua transbordando. São 77 presos na unidade e o volume de dejetos é grande.
Ele disse que a solução é construir outra fossa ao lado e interligar com a existente. Enquanto isso, os agentes são obrigados a conviver com o mau cheiro todos os dias.
Fonte: Portal Mamoré
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