
· Iluminação no trecho até o campus da UNIR e no pátio da Universidade.
· Construção de uma ciclovia, tendo em vista que a maior parte dos estudantes utiliza a bicicleta como meio de transporte.
· Contratação de professores para suprir lacunas nos cursos de Pedagogia, Letras e Administração.
· Oferecimento de cursos de pós-graduação e mestrado dentro da universidade para atender a demanda.
Na tarde de hoje (16), cerca de 250 alunos e professores decidiram fechar a BR 425 por mais de uma hora. Cerca de 200 caminhões e carros formaram um grande fila ao longo da BR.
O Comando Geral de Greve dos estudantes da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) em Assembléia Geral realizada no campus de Porto Velho, na última quarta-feira decidiu deflagrar greve por tempo indeterminado, em decorrência do caos instalado na Universidade. Pelo menos os campi de Guajará-Mirim e de Rolim de Moura decidiram aderir a paralisação geral, incluindo alunos e professores.
Outros motivos para a paralisação
A precariedade da estrutura física e a falta de recursos humanos (técnicos e professores) da UNIR pioraram desde que a administração superior adotou no ano de 2007 o Decreto 6.096/07 do Governo Federal, mais conhecido como REUNI que ampliou o número de vagas nos cursos existentes e criou novos cursos sem qualquer ampliação e melhoria na infra-estrutura necessária à qualidade da formação.
Em 2008, estudantes e professores pararam suas atividades pelos mesmos motivos e pela garantia da participação efetiva dos segmentos nas decisões dos rumos da Universidade e ao fim da greve foi acordado um TAC (termo de ajustamento de conduta) assinado pelo reitor Januário Amaral que não foi cumprido em sua totalidade e vem resultando num caos ainda maior.
Na Capital do Estado os manifestantes reivindicam: contratação de docentes e técnicos, a construção do Restaurante Universitário, construção e manutenção de laboratórios e o Hospital Universitário que há alguns anos gera expectativa entre os estudantes da área da saúde e na própria sociedade. Até mesmo questões de primeira necessidade estão descomprometidas como a limpeza dos campi, finalização de outras construções já iniciadas, entre outras que são de extrema urgência como salas de aula, além da falta de itens de primeira necessidade (papel higiênico, sabonete), a manutenção e compra de bebedouros e ar condicionados.
Os acadêmicos de todos os cursos e campi estão elaborando uma pauta de reivindicação, a fim de expor toda triste realidade em que se encontra a Universidade e buscar, diante dos órgãos competentes, a resolução imediata dos problemas. Espera-se com essa mobilização contínua e combativa dos estudantes unidos aos professores a concretização do que foi prometido anteriormente e do que se exige no atual momento.
É greve geral contra a “Reforma” Universitária! Por uma Universidade pública, gratuita e de qualidade! Comando Geral de Greve da UNIR.
Fonte: Guajaranoticias
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