Justiça e Sinderon constatam irregularidades no João Paulo II
19/07/2013 às 22h05
Por: João Teixeira
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A juíza Silvana Maria de Freitas esteve na manhã desta quarta-feira 17, no pronto-socorro estadual João Paulo II, acompanhada de três representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Enfermagem (Sinderon), um procurador da Sesau e um promotor público estadual para uma verificação in loco da situação da unidade de saúde.
O motivo da visita são as constantes denúncias feitas na mídia pelo Sinderon, e por familiares de pacientes internados que residem no João Paulo II que incluir desde a falta de leitos para doentes e até mesmo falta de alimentação. A constatação não pôde ser outra: apesar dos milhões de Reais gastos pelo Governo na unidade, a situação continua a mesma.
De acordo com o representante do Sinderon, Angelo Florindo, a comissão constatou através de conversas com pacientes e servidores a situação de sempre: poucos profissionais, superlotação, carga excessiva de trabalho, falta de espaço para acomodar pacientes dentre outras irregularidades que sempre fizeram da unidade, o gargalo da saúde pública estadual.
“A vistoria era para ter sido surpresa, mas a juíza preferiu chamar um representante do Governo. Deu tempo para o Governo maquiar a situação e retirar do chão alguns pacientes, mas não a ponto de mascarar por completo o caos em que está o hospital”, disse o diretor do Sinderon. Mauro estava acompanhado dos diretores Mauro Egídio e Charles.
Fonte: Tudorondonia - Imagem Ilustrativa
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