
Pode até parecer perseguição política, mas não é. Dos mais de 40 mil habitantes de Guajará-Mirim é provável que 99% classifiquem de péssimo o atendimento à população. O 1% é formada por pessoas ligadas à área e responsável por ela. Sim, porque é inadmissível certo tipo de coisa que acontece em Guajará-Mirim.
Na última quarta-feira, 8, por volta das 10h da manhã, o senhor Juniomar Quirino Bezerra, 31 anos de idade, compareceu ao Hospital Regional de Guajará-Mrim buscando atendimento médico. O que aconteceu com ele acabou motivando o registro de uma ocorrência policial na Delegacia Regional de Polícia Civil.
Os fatos: segundo Juniomar, no último dia 5 ele foi atropelado por um animal em uma fazenda na 3ª Linha do Distrito do Iata, o que lhe causou hematomas no olho e maxilar esquerdos e também nas costas. No dia 8, ele solicitou um raio-x na Secretaria Municipal de Saúde. Alí, um servidor o encaminhou até o HR para que ele fosse até ao médico e pedisse uma Requisição de Exame de EMERGÊNCIA para que dessa forma pudesse ser atendido. Quirino diz que assim fez e quando retornou com a REQUISIÇÃO DO EXAME, foi lhe negado o raio-x. Segundo afirmações dele, o servidor – que aliás ele chamou de secretário, mas não é – disse que só seria realizado raio-x se fosse tiro ou facada.
Pasmem, senhores! (A observação é da redação). A que ponto chegou a Saúde em Guajará-Mirim! E tem gente achando que a imprensa fala mal da saúde e da administração por questões pessoais. Não é verdade. A liberdade de imprensa nos garante o direito de informar a verdade dos fatos.
Se a Saúde estiver bem em Guajará-Mirim, cremos que estamos vivendo em outro planeta. A situação que passou esse cidadão é cena comum na cidade. Pobre do pobre que confiou e agora paga as consequências.
Autor: Aluizio da Silva
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