
Por mais sinistras que pareçam as denúncias que se apresentam na Imprensa buscando desonrar a imagem da Câmara Municipal e de seu pró-ativo conjunto que hoje trabalha às custas de múltiplos esforços em prol de melhorias para a cidade, estas acusações infundadas tornaram-se nos últimos dias assunto para especulação nas rodas de botecos e balcões de tabernas, causando dúvidas e suspeitas a respeito dos serviços prestados à sociedade por parte daquela Casa de Leis.
Inútil não aceitar que os contágios infestados pela epidemia nefasta de pessoas sem nenhum vestígio de obrigação para com a cidade, quer queiramos ou não, contribuiu para o desgaste de arruelas políticas no aparato legislativo. E arruelas que até o momento só serviram para engrenar alavancas de saída para a situação de marasmo em que a cidade se encontra e carburar o motor de arranque para o progresso. Esta propulsão motora em muito se integra devido ao zelo e decência na condução das propostas de vereadores que se dedicam a empunhar a bandeira do coletivo e não à esfinge dos ataques grosseiros cujas intenções objetivam apenas incendiar intrigas e picuinhas no entremeio da pacata população.
Nem é preciso fazer uma autópsia técnica nas entranhas da Câmara, nem rabiscar caracteres para explicar o que a falsificação das acusações de inimigos qualificam como fato de relevância. A Câmara não precisa “apagar rastros”. Toda a tabuada de equações contábeis da Casa de leis com a listagem de receitas, entradas e saídas, gastos e despesas encontram-se à disposição para consulta no site da instituição: www.guajaramirim.ro.leg.br .
A despeito das críticas apostas com anexos de papéis timbrados da Câmara, também não faz sentido desdobrar supostos atos falhos. Mais relevante se faz necessário que se divulgue a clareza das coisas interpostas com o objetivo de que não sombreiem as mínimas dúvidas. Uma coisa é patente: o atentado de desmonte à Câmara não vingará. O processo de destruição e desmoralização da instituição Câmara só causaram anticlímax pela incitação ao distúrbio e à anarquia irresponsável e pela ausência ou omissão de defesa da própria Câmara através dos sítios digitais de noticias mediante sua assessoria de imprensa, se é que a entidade a possui.
Como todos sabem, Guajará-Mirim está passando por uma ferrenha crise em todos os setores em que se possa imaginar. Nos últimos 20 anos passaram-se prefeitos e Câmaras que através da demagogia, jogaram para platéia mil promessas de salvação para a ruinosa situação da cidade. Ao contrário deste espectro exposto, a Câmara que assumiu ano passado tem mostrado empenho no sentido de procurar formas e maneiras de se encontrar soluções para as carências que mais nos afetam e tem mostrado também via mídia impressa e áudio-digital o desfecho destas manobras políticas ao apresentar o balanço destas jornadas e romarias junto às esferas com maiores poderes de instância com a única vontade de conseguir melhorias para a cidade e sua população.
Com uma Câmara mais disposta a influenciar no destino da cidade e participar de discussões em todas as esferas com o oportuno senso de justiça no elenco de suas reivindicações, é que se interage com o processo cívico municipal e não com disse-me-disse.
Autor: Fábio Marques
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