O perigo de uma paralisação do setor na próxima semana é cada vez mais iminente por conta da situação em que anda não só a falta de condições de trabalho dos servidores nas unidades de Saúde, como também o atendimento dado à população.
No João Paulo II, por exemplo, aproximadamente 140 pacientes superlotam os corredores do pronto-socorro à espera de uma cirurgia ortopédica. Pior, falta profissionais, equipamentos e principalmente espaço para dar conta da demanda. A quantidade de cirurgias seria resolvida apenas com um mutirão ou então com a intervenção da justiça em obrigar o Estado a custear o tratamento na rede privada.
Somada à insatisfação dos servidores da saúde, o caos no setor, está caminhando para uma paralisação por tempo indeterminado já na próxima semana. A paralisação iria praticamente ´rachar´ o Governo do Estado que se veria obrigado não só a negociar o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) da categoria, como também investiria emergencialmente no atendimento do João Paulo II.
Fonte: destaquerondonia.com
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