
É o caso da moradora do Bairro Cristo Rei, Maria Isabel Chaves, de 52 anos. “Vim ver se eu tenho dinheiro para receber. É muito difícil ficar fora de casa, pagar aluguel e ser humilhada por cada pessoa que a gente fala aqui. Deveria ser mais organizado, a gente não sabe pra onde correr”, reclama Maria Isabel.
Harisson Florentino, de 44 anos, também morador do Bairro Cristo Rei, viu sua casa ser invadida pela água do Rio Mamoré. Para ele, o auxílio é uma ajuda para recomeçar a vida após a enchente. “Com o dinheiro quero recuperar minha casa”, planeja Florentino.
Para organizar os pagamentos e evitar tumultos, a agencia distribui 150 senhas para as famílias beneficiadas, que entram na agência em grupos de 30 pessoas. Entretanto, a forte chuva que caiu sobre a cidade nesta sexta obrigou todos a entrarem na agencia em busca de abrigo.
No município são, no total, 866 pessoas cadastradas para receberem o auxílio, que devem ser pagos em até seis dias uteis. O dinheiro é sacado no caixa físico, após apresentação de documento de identidade e CPF.
Fonte: G1 RO
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