
A notícia pode ser considerada alarmante, mas os fatos que estão gerando essa notícia, são extremamente relevantes. E constatado que a FAB, a cada retorno de Rio Branco à Porto Velho, traz na carona, grupo de 40 imigrantes por viagem, é muito possível que o vírus ebola, já esteja matando no Brasil. Afinal, as autoridades públicas, jamais divulgariam tal epidemia ativa no país, faltando dias para a abertura da Copa do Mundo as autoridades negaram categoricamente que a epidemia pudesse ocorrer, Com certeza, se o fato já estiver acontecendo, vão jogar com a morte, passou a copa e nada se ouviu falar mais sobre o assunto.
Além da chegada cada vez mais numerosas em centenas e centenas de imigrantes haitianos a Brasiléia, no Acre, fronteira com a Bolívia e o Peru, também chegam, centenas e centenas de africanos, vindos, principalmente da Guiné e do Senegal, onde a Organização Médicos sem Fronteiras, vem divulgando um alerta mundial de uma epidemia sem precedentes do vírus ebola na região já a um ano, o qual, se aproxima rapidamente de uma centena de mortes, e vem se espalhando de forma acelerada pelos países fronteiriços. Incluindo o nosso Brasil.
Sendo assim, como o vírus é transmitido por contato direto com o sangue e outros fluidos naturais, ou com tecidos de indivíduos infectados, tanto humanos quanto animais, vivos ou mortos, a cidade de Brasiléia, deve ser isolada imediatamente, e o governo brasileiro, suspender o transporte dos imigrantes e distribuição de documentos legais, até que o Ministério da Saúde, dê o parecer final sobre a situação da cidade e periferias, e de cada imigrante e daqueles que com eles tiveram contato no município acreano, o qual, foi também castigado pela enchente histórica que ora se abateu sobre a região.
E segundo relato de um imigrante haitiano ao repórter da Folha de São Paulo a uns quatro meses atrás, Brasiléia está um caos, esgoto a céu aberto e ausência total de qualquer saneamento básico, com imigrantes se amontoando onde podem, fazendo suas necessidades orgânicas onde achar necessário, lavando suas roupas, se conveniente, ou não, dependendo da disponibilidade de água, onde alguns, ficam dias sem tomar banho; e restos de comida, são jogados em qualquer lugar, junto com as embalagens descartáveis. Quer dizer, ambiente mais do que propício para a deflagração letal do ebola em todo país.
É compreensível que o prefeito de Brasiléia e o governador do estado do Acre, queiram se livrar dos imigrantes o mais rápido possível para esvaziar a cidade, como fizeram ao mandar dezenas ou melhores centenas dos mesmo para a cidade de São Paulo sem mesmo informar autoridades locais, seres humanos transportados como animais e lançados a própria sorte pelo governo do Acre na grande metrópole brasileira. Mais que de imediato foi providenciado o maior número possível de documentos legais para tal feito, para que eles, os imigrantes, deixem logo o local e partam para onde achar melhor, pois no abrigo que só cabem 500, já tem mais de 1500.
E Infelizmente, como constatado, aviões Hércules da Aeronáutica, estão transportando os africanos de Rio Branco (AC) à Porto Velho (RO), e de lá, os imigrantes, com documentos legais, estão se deslocando para várias localidades e regiões do país, sem nenhum exame, sem nenhuma avaliação de saúde feita em Brasiléia, o local de chegada migratória. O que quer dizer, que: se algum imigrante está infectado e transmitindo a doença, não sabemos quem é, onde está, e nem quem são as pessoas que fizeram contato, e quantos o portador já infectou.
E na África, países que fazem limite com a Guiné, o país mais atingindo pelo ebola até o momento, já fecharam suas fronteiras. Todos os viajantes na região estão passando por uma triagem de exames minuciosa antes de prosseguirem viagem, ou se instalarem. E na Europa, o governo francês, também está tomando as medidas necessárias no país para bloquear a entrada do vírus, e agindo diretamente nas colônias africanas sob sua responsabilidade e influência. Empresas mineradoras na região africana atingida pela epidemia, inclusive a Vale do Rio Doce, bloquearam as operações, dando licença aos funcionários e transferindo executivos internacionais.
E diante do fato declarado, se nada for divulgado pelas autoridades do setor de saúde pública federal no Brasil, o governo, criminosamente, estará abrindo as portas da morte e nos expondo a uma situação que poderá vir a se tornar, e a superar, a maior tragédia que esse país possa ter vivido. É urgente, urgentíssimo, que o Ministério da Saúde, venha a público e divulgue ao povo brasileiro, o que está fazendo à respeito, principalmente em Brasileia. E até que tenhamos informações claras e convincentes da ação de saúde pública federal, na região migratória, o estado geral, não será outro que não seja de apreensão e temor. E enquanto nada se sabe à respeito sobre o estado de saúde do povo e dos imigrantes em Brasileia, e dos imigrantes que já se espalharam pelo país, desesperadamente espero que não seja tarde demais para a ação de isolamento da cidade acreana.
TEXTO ADAPTADO POR: ARAUJO ODAIR
Fonte texto:http://www.alertanoticias.com.br
Fontes técnicas: esquinadanoticia.wordpress.com
Fontes das informações: Organização Médicos sem Fronteiras
AFP
Reuters
Folha de São Paulo
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